Entenda de onde vem as nossas crenças limitantes e qual a sua relação com a nossa gestação

Todos nós temos diversas crenças que podem nos limitar ou nos impulsionar. As crenças limitantes podem nos paralisar em diversos momentos de nossas vidas e em todas as esferas (profissional, familiar, amorosa, pessoal). Entender de onde vem essas crenças nos ajuda a trabalhar para ressignificá-las e transformar as limitantes em potencializantes.

Mas afinal, o que são crenças?

De acordo com Vianna Stibal, criadora da técnica do Thetahealing, as crenças são a aceitação por parte da mente de que algo é verdadeiro ou real e que, muitas vezes, é sustentada por um sentido emocional ou espiritual de certeza.

As nossas crenças costumam ser armazenadas no subconsciente, por isso, quando perguntados sobre elas, nem sempre sabemos que elas estão ali. Ainda assim, quando são crenças limitantes, elas podem nos prejudicar e atrapalhar de alcançar nossos objetivos e sonhos.

E por que entender de onde vem a crença é tão importante?

Fazer o trabalho de digging para descobrir a origem daquela crença é essencial para poder ressignificá-la. Como dito anteriormente, as crenças são armazenadas no nosso subconsciente, que representa, aproximadamente, 88% da nossa mente.

Dessa forma, ao tomarmos consciência de onde vem a crença, estamos trazendo a questão para o nosso consciente e decidindo modificá-la.

No Thetahealing, o trabalho de crenças é feito baseado no fato de que podemos programar o subconsciente utilizando a mente consciente. Para isso, é importante ter clareza do que está sendo feito e qual a raiz da crença a ser trabalhada.

De onde surgem as nossas crenças?

As crenças podem ter 4 diferentes níveis, Primário, Genético, Histórico e de Alma. Os níveis das crenças indicam quando elas foram interiorizadas, podendo ser na primeira infância, herdados dos ancestrais, trazidas de vidas passadas ou vindas da alma.

Então qual a ligação das crenças com nossa gestação e parto?

Conforme explicado anteriormente, as crenças podem ter diversas fontes dentro dos 4 níveis citados. Uma fonte que muitas vezes é ignorada pelas pessoas, mas que é extremamente importante é o momento da gestação e nascimento do ser humano.

Desde a concepção, o material genético e a energia dos pais é passado para o embrião que se tornará um bebê. Ainda que não lembremos desses momentos, a forma como fomos concebidos e tudo que nossa mãe passou durante a gestação e o parto, nos é passado de forma inconsciente e interiorizamos em formato de crenças e traumas.

Estes primeiros momentos em que estamos sendo criados e gerados é extremamente importante para a criação dos nossos vínculos de amor. Por isso, em alguns casos, crenças relacionadas a relações, sentimento de inadequação e/ou rejeição, medos de novos começos e falta de confiança, por exemplo, podem vir destes primeiros momentos de conexão com os nossos pais.

Com tudo isso, nossa ligação com nossas mães e avós são ainda mais intensas do que imaginamos, uma vez que podemos carregar crenças e traumas das gestações e partos de nossas antepassadas, caso elas não sejam trabalhadas ao longo da vida dessas mulheres. Isso acontece pois o óvulo que deu origem a você já estava no corpo da sua mãe enquanto ela ainda estava sendo gerada, fazendo com que as energias desse momento seja passada de geração em geração.

Ao nos curarmos, estamos então quebrando ciclos familiares de sofrimento e poupando as futuras gerações de repetirem determinadas situações e carregarem alguns traumas e crenças.

Para trabalhar os vínculos de amor criados durante a nossa criação e as crenças que trazemos neste momento, o curso Vínculos de amor, co-criado por Dorit LevMeir e Dan Oren é uma ótima pedida. Nele você poderá entender a influência dos seus primeiros momentos nos seus bloqueios atuais e trabalhar para ressignificar os traumas e crenças trazidos.

Se você quiser saber mais sobre o curso baixe o nosso ebook sobre Vínculos de Amor e participe do próximo curso.


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